domingo, 22 de maio de 2016

MOGI DAS CRUZES E SEUS DISTRITOS (1838 a 1999)




 Pela Lei Provincial n.º 17, 28-02-1838, é criado o distrito de Itaquaquecetuba e anexado a vila de Santana de Mogi das Cruzes.

 Pela Lei Provincial n.º 4, de 08-06-1852, é criado o distrito de Arujá e anexado a vila de Santana de Mogi das Cruzes.

 Pela Lei Estadual n.º 1.674, 03-12-1919, é criado o distrito de Poá, e anexado ao município de Mogi das Cruzes.

Pela Lei Estadual n.º 1.705, de 27-12-1919, é criado o distrito de Suzano e anexado ao município de Mogi das Cruzes.

Pela Lei Estadual n.º 1.758, de 27-12-1920, é criado o distrito de Sabaúna e anexado ao município de Mogi das Cruzes.

 Pela Lei Estadual n.º 1.985, de 13-12-1924, é criado o distrito de Biritibamirim e anexado ao município de Mogi das Cruzes.
 Pela Lei Estadual n.º 2.257, de 31-12-1927, é criado o distrito de Taiassupeba e anexado ao município de Mogi das Cruzes.
 Pelo Decreto Estadual n.º 9.775, de 30-11-1938, o distrito de Arujá, foi transferido do município de Mogi das Cruzes para o de Santa Isabel.
 O decreto acima citado cria o distrito de Santo Ângelo anexado ao município de Mogi das Cruzes.
*** Pelo Decreto-lei Estadual n.º 14.334, de 30-11-1944, o distrito de Santo Ângelo passou a denominar-se Jundiapeba o distrito de Taiassupeba passou a ser grafado Taiaçupeba.
 Pela Lei Estadual n.º 233, de 24-12-1948, desmembra do município de Mogi das Cruzes os distritos de Poá e Suzano (ex-Susano), elevando-os à categoria de município.

 Pela Lei Estadual n.º 2.456, de 30-12-1953, desmembra do município de Moji das Cruzes o distrito de Itaquaquecetuba. Elevado à categoria de município.
 E, ainda é criado o distrito de Brás Cubas é anexado ao município de Moji das Cruzes.

 Pela Lei Estadual n.º 8.092, de 28-02-1964, desmembra do município de Moji das Cruzes o distrito de Biritiba-Mirim. Elevado à categoria de município.
 Pela Lei Estadual n.º 3.198, de 23-12-1981, foram criados os distritos de Biritiba-Ussu e Cezar de Souza e anexados ao município de Moji das Cruzes.

 Pela Lei n.º 4.631, de 02-07-1997, é criado o distrito de Quatinga e anexado ao município de Moji das Cruzes.

Em divisão territorial datada de 2005, o município aparece grafado Mogi das Cruzes é constituído de 8 distritos:

1) Mogi das Cruzes
2) Biritiba-Ussu,
3) Brás Cubas,
4) Cezar de Souza,
5) Jundiapeba,
6) Quatinga,
7) Sabaúna,
8) Taiaçupeba.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
Pesquisa:João Camargo
Fonte: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/dtbs/saopaulo/mogidascruzes.pdf

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sábado, 21 de maio de 2016

Quem é? Quem foi? Nhá Zéfa Onça

O verdadeiro nome de Nhá Zéfa era Josefina Franco de Camargo. Nasceu em 21 de julho de 1902 e morreu em 11 de setembro de 1991. Segundo a certidão de óbito ela teria 89 anos. A data de nascimento e a idade, porém, não são confirmadas pelos parentes. Sobre os pais não há qualquer informação de data de nascimento e de origem. As netas dizem que ela nasceu antes da data confirmada no documento e que teria falecido com mais de 98 anos. 



Nhá Zéfa nasceu e viveu a infância num sítio em Arujá (SP), época em que essa cidade ainda pertencia ao município de Mogi das Cruzes. Ao se casar, foi morar num grande terreno localizado no centro de Mogi das Cruzes, onde viveu com a família durante muitos anos. Por não ter título da terra, foi desapropriada e expulsa do lugar por ordem de um prefeito da época da ditadura militar na década de 1960. Hoje, nesse mesmo local se localiza o atual centro cívico da cidade. Lá, estão localizados a prefeitura, o fórum, o corpo de bombeiro, o tiro de guerra, duas universidades privadas, entre outros órgãos públicos.  


Nhá Zéfa Onça, como era conhecida, foi uma figura emblemática da Festa do Divino de Mogi das Cruzes.  Ela costumava desfilar no principal cortejo da Festa do Divino, a Entrada dos Palmitos, montada em um cavalo todo enfeitado com as cores do divino, com destaque especial para as cores vermelha e branca.

Curiosidade
Nhá Zéfa não gostava de ser chamada de onça por qualquer pessoa e ficava brava quando isso acontecia. O devido apelido “onça” originalmente vem do primeiro marido, conhecido como João Onça, que era bandeireiro do Divino e também caçador de onças. Como bandeireiro, o marido peregrinava de casa em casa com a bandeira do Divino na busca de doações para a festa. Numa das casas onde tomou pouso acabou falecendo. Depois de sua morte, as pessoas passaram a chamar Nhá Zéfa de onça. Daí alguns dizem não haver ligação com o fato de ela ser uma mulher brava e corajosa. 
Nhá Zéfa foi sem dúvida uma mulher livre das amarras da feminilidade e dos estereótipos de dominação projetados nas ideias de passividade e de submissão patriarcal. Não tinha medo de nada e não fugia de uma briga quando era provocada. Durante sua vida fez tudo que queria fazer. Tinha coragem e enfrentava a tudo e a todos. Nhá Zéfa era realmente uma figura marcante: andava a cavalo, usava lenço e chapéu na cabeça, carregava uma bolsa feita de pano, tinha espírito de liberdade, cuidava das próprias coisas, dos bichos e das plantas, não tinha medo de cobras, se perdia no mato e enfrentava lugares mal-assombrados. No final da vida, sofreu de diabetes, mas desconhecia a doença. 

Fonte: Herbert Rodrigues - IMAGENS MÚLTIPLAS DO FEMININO NA CULTURA POPULAR BRASILEIRA

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sábado, 30 de abril de 2016

Você sabe quem foi? Benedicto Alves dos Anjos


Benedicto Alves dos Anjos foi um dos maiores fotógrafos amadores que a cidade de Mogi das Cruzes conheceu, realizou inúmeras vistas da cidade, fotografia preciosa além de ângulos bem detalhados das ruas aonde convivia e admiro.
Agradecemos imensamente ao Nabor Arouche Alves por além de salvar as relíquias de seu pai, ainda mostrar para toda a população as lindas imagens da nossa cidade.


















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sábado, 19 de dezembro de 2015

Quem é? Quem foi? Paulo Frontin

Para muitos mogianos só conhecem como a Rua Paulo Frontin que se localiza na área central do nosso município. Mais quem é? E como foi sua  trajetória poucos sabem

André Gustavo Paulo de Frontin foi um dos grandes e principais engenheiros do Brasil além de Senador e Prefeito da cidade do Rio de Janeiro. Nasceu em 17 de setembro de 1860, na cidade do Rio de Janeiro. Aos 19 anos recebeu o prêmio pela Escola Politécnica do Rio de Janeiro quando se formou engenheiro, aos 20 anos recebeu carta de bacharel de ciências físicas e matemáticas e engenharia de minas e aos 22 anos foi nomeado lente catedrático de máquina a vapor.

 Trem suburbano chegando a Mogi das Cruzes, provavelmente em 1920. Acervo  Benedicto Alves dos Anjos

Em 1910 foi nomeado Diretor da Estrada de Ferro Central do Brasil. Nessa mesma época com administração do prefeito Tenente Manoel Alves dos Anjos, enviou um requerimento para aumentar a circulação dos trens de subúrbio para Mogi das Cruzes. 

Em 1913 esse recorte de jornal diz bem como foi recebido o engenheiro em nossa cidade
Foto - Correio Paulistano de 1913

Como um grande engenheiro e construtor da sua época vez diversas obras quando exercia a função da administração municipal do Rio de Janeiro a suas grandes obras foi duplicar a Avenida Atlântica, construiu a Avenida Rio comprido na qual foi batizada em seu nome pela homenagem ao homem que dedicou a sua vida em prol do desenvolvimento e progresso por onde passou e construiu. 
Faleceu em 15 de fevereiro de 1933


quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Huber-Warco do Brasil S. A

Em 1957, era fundada a Huber-Warco do Brasil S. A.no distrito de Cesar de Souza em 1960, inaugurou a unidade fabril no município de Mogi das Cruzes, apresentando a primeira motoniveladora nacional, o modelo 10-D. Posteriormente, a empresa foi adquirida pelo Grupo Mozer (em 1969) e em seguida pela Dresser Industries (em 1975), que desde então, passou a fabricar em nosso país, guindastes móveis e retroescavadeira.

Em outubro de 1976, a Huber-Warco do Brasil S. A. Indústria e Comércio é incorporada pela Dresser.


Construção da Industria

Já em fase de produção
Inauguração


                                   Fonte: http://hm-museum.blogspot.com.br
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quinta-feira, 16 de julho de 2015

16 de Julho - Nossa Senhora do Carmo


A história da Província Carmelitana de Santo Elias (Ordem do Carmo) confunde-se com a própria história da cidade.
Foi a primeira ordem religiosa que aqui chegou, no começo do séc. XVII.
Em 1627 instalaram em Sabaúna uma fazenda para a provisão do Convento que estava sendo construído no centro ( atual igreja da Ordem 1ª).
À partir do Convento, construíram capelas no locais mais distantes da cidade, como em: Santo Alberto, na serra do Itapety, Santo Ângelo, em Jundiapeba e diversos locais da então Vila.
O Museu da Arte Sacra - MIC- guarda um acervo do mais importantes do país, relíquias, imagens, pinturas e esculturas.

Telefone para contato (11) 4799-3320 (11) 4799-5438

Texto:Luiz Miguel Baida


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sábado, 4 de abril de 2015

Empreza Funerária - 1934


A "EmpreZa Funerária" era na rua José Bonifácio.

Foto - (Gogelis, 1934) - Memória fotográfica de Mogi - Grinberg



Há 81 anos, o transporte funerário de luxo em Mogi,nessa época era da família Pereira, depois os pais do Mauro compraram a funerária e monopolizaram o "setor' por muitas décadas.Essa funerária era de propriedade do Sr Adolfo Pereira, muito tempo foi administrada pela sua mãe dona Leonor Pereira Chaves Pereira e ficava na Rua José Bonifácio esquina com a rua Cel.Moreira da Glória.Posteriormente foi vendida para o Sr,Mauro Chagas de Macedo. Figura simpática que trabalhava na funerária era o sr.Martinho que também tocava tuba na banda Santa Cecília.

Nessa época, o velório era neste local mesmo, depois mudou para o imóvel ao lado, esquina da Moreira da Glória (onde funcionou por muito tempo, uma loja de enxovais). Depois daí, foi transferida para um sobrado no Largo da Matriz, onde hoje é a Minimaq e por último o Casarão do Carmo, antes de ser construído o atual.E para aquelas pessoas que não tinham bens de riqueza ou não era associado  era velada em casa e algumas pessoas nas igrejas, quando pertenciam a uma irmandade, até agora é assim em muitos locais. Mais o respeito era maior aos falecidos nessa época.
Texto retirado do Grupo Fotos Antigas do Alto Tietê

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